VÍDEO – Cliente quase é impedido de pagar almoço para criança em shopping

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Imagem: reprodução vídeo / grupos de WhatsApp

O segurança não identificado, de um shopping em Salvador (BA), tentou impedir uma caridade de um cliente com uma criança e causou muita polêmica na internet. O fato aconteceu na segunda (11), quando o autônomo Kaique Sofredine, de 20 anos, estava na praça de alimentação do Shopping da Bahia e quase foi impedido de alimentar o menino.

Ele estava com a esposa, não identificada, quando foi abordado por um menino vestindo a camisa do Esporte Clube Vitória, vendendo chicletes. Kaique quis pagar um almoço para um menino e causou indignação em quem estava na praça de alimentação.

O vendedor foi ao balcão pedir a refeição. Foi quando um segurança do shopping começou a tentar impedir a ação. O segurança diz que o menino não podia estar ali, “incomodando”. Kaique retrucou que não estava sendo incomodado. Foi aí que começou o bate-boca. Uma mulher que estava na praça de alimentação começou a gravar o conflito.

O vídeo publicado na página de Kaique teve mais de 400 mil compartilhamentos até a publicação desta matéria. Pelas imagens, é possível ver que o segurança intervém quando o homem já está no balcão para fazer o pedido.

“Eu vou pagar e ele vai comer. Ele é um ser humano como outro qualquer, ele vai comer”, repetia o vendedor. Já o segurança, respondia que a criança não ia comer. “O meu trabalho é esse”, diz o segurança, que impede a atendente de entregar o prato de comida aos dois. Frustrado porque não conseguia fazer a caridade à criança, o vendedor desabafa: “eu queria ver se fosse o seu filho que estivesse na rua passando fome”.

No vídeo, o agente chega a segurar a criança pelo braço, mas o cliente a toma para si. Após a chegada de um supervisor, finalmente Kaique consegue comprar o almoço para o menino. O supervisor teria dito que o menino comeria e que depois seria retirado do shopping. Ao final da refeição, o menino foi acompanhado por Kaique até a saída.

No vídeo, o jovem diz que iria processar o shopping, o que está sendo estudado por sua advogada. Kaique diz que não esperava que o vídeo tivesse tanto alcance. Segundo ele, a postagem foi uma forma de divulgar a situação. “Fiquei muito triste”, desabafou. Religioso, ele diz que costuma participar de distribuição de comida na rua. “Foi na vivência do Candomblé, com meu Pai de Santo, que aprendi a ajudar as pessoas. Eles sempre promovem essas ações”, comentou.

Veja o vídeo:

Redação PB Debate com Primeiras Notícias

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