Gabriel Diniz atrai público jovem para o Parque do Povo

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Estudantes, adolescentes, jovens. Era esse o público que tomava conta do Parque do Povo na noite de ontem, quinta-feira (15). Apesar do tempo frio, os forrozeiros não deixaram de ir conferir de perto a apresentação de Gabriel Diniz. Conhecido como “Rei da Ousadia”, ele abriu o show com os principais sucessos da carreira, dentre eles “Paraquedas”, parceria com a dupla Jorge e Mateus. O show seguiu diversificado: ele incluiu no repertório, inclusive, uma música de Pablo Vittar, “K.O”.

E para ver o “GD”, como é chamado pelos fãs, estavam as irmãs Maylle e Maysa, de 11 e 15 anos. Como são menores de idade, precisaram convercer o pai a sair de casa na noite do feriado. Os três foram pela primeira vez ao show do cantor. “Fizeram essa convocação. Já vinham programando de vim hoje, só por causa do Gabriel. Não chega a ser um problema, mas elas gostam muito dele. Eu curto também”, disse Márcio André de Araújo, de 40 anos.

A filha dele, Maysa, de 15 anos, contou que passou a semana falando sobre o show. “Hoje eu disse logo: ‘vá se arrumar’. É muita expectativa pelo show, passei a semana ensaiando as músicas”.

Pouco tempo antes dele subir no palco, mais pessoas chegavam ao Parque do Povo. Entre elas estava Cristine Farias, 24 anos, que abriu mão de dormir cedo para poder aproveitar a festa. “É um amor incondicional que tenho por ele. Acompanho ele desde o início. O charme dele é uma coisa inconfundível. É o melhor de todos”, afirmou a atendente de telemarketing.

Já a advogada Ingrid Mangabeira, de 26 anos, veio de Natal, no Rio Grande do Norte, especialmente para o show de Gabriel Diniz. “Gosto muito dele. Viemos na abertura do São João daqui e agora retornados. Trouxe não só o namorado, mas a prima dele também. É sempre bom curtir um bom forró”.

Sobre a plateia jovem, Gabriel disse que sente mais proximidade com o público. “É muito legal tocar hoje aqui no São João de Campina, porque eu vinha para cá assistir com a galera [da universidade]. Como aqui são trinta dias de festa, a gente vinha para cá depois da aula tomar cachaça. E, hoje, ser a maior atração, em um dos dias mais lotados, e o dia em que mais vendeu camarote, fico muito feliz pelo resultado”.

O cantor relembrou que há colegas que estudaram com ele quando morou em Campina Grande e que vão aos shows. “É muito massa ver que eles acreditaram no GD desde o início, quando frequentavam os shows. Sei que ficam felizes de ver um amigo de classe e colega de escola deles no palco cantando, é muito bacana. Igual quando vejo eles como engenheiros, trabalhando, eles me veem como artista. Isso é muito gratificante”.

Redação com G1