CADÊ O DINHEIRO? Servidores de Pocinhos continuam sem salários e protestam na prefeitura

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Os servidores da Prefeitura Municipal de Pocinhos se concentraram em frente ao prédio da administração, na manhã desta sexta-feira(12), para exigir que o prefeito Claúdio Chaves(PTB) pague os salários referentes aos mês de Dezembro. Os professores e servidores de outros setores da administração denunciam que estão sem poder cumprir com as suas obrigações financeiras, além de que somente os efetivos estão sem receber vencimentos, enquanto que todos os comissionados e secretários já receberam de Dezembro e 13º.

Algumas populares utilizaram o espaço para se pronunciar no carro de som montado em frente ao gabinete do prefeito, a exemplo do vereador Sóstenes Murilo(PSB), que denunciou que por mês a prefeitura gasta cerca de R$ 100 mil vom o pagamento de salários de Secretários, sub-secretários, coordenadores e demais comissionados. Ele ainda explicou que em todo o ano de 2017 o município recebeu em torno de R$ 38 milhões, que dividindo em dozes meses dá aproximadamente R$ 3 milhões.

“Não vamos trabalhar pensando em “esmola” do governo federal, vamos trabalhar com o dinheiro que o governo manda. Não venham com essa história de receitas caindo, porque nós provamos por A mais B que o FPM em relação a 2016 foi o mesmo”, destacou o vereador. Outro a utilizar o espaço foi o servidor público João Paulo de Lima, que classificou como “incompetente” a atual gestão pocinhense.

“E mais uma vez diante da pressão popular, dos servidores, e do sindicato, saiu o dinheiro para alguns servidores, para enfraquecer o movimento, porque essa é uma gestão panela de pressão, que só funciona na pancada. Se esse gestor tivesse competencia ele não teria pago o décimo terceiro e dezembro aos comissionados”, frisou.

A professora Rosália(vídeo abaixo), vice-presidente do Sintab, reforçou para que o gestor pague o que é de direito dos servidores. “Nós não estamos reivindicando nenhum favor político, mas sim pelos nossos direitos.Essa crise de Pocinhos só existe para pagar professor, que é quem realmente trabalha”, reforçou a professora na frente da prefeitura.

No gabinete todos os secretários estavam de férias, e não fizeram nenhum comentário sobre os atrasos salariais.

Redação

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